quarta-feira, 6 de agosto de 2014

INTRODUÇÃO


blog:  Educação Integral, alfabetização e letramento

linkhttp://educintegralalfaletra.blogspot.com.br/

Finalidade do blog: divulgar o Projeto de Intervenção e as demais publicações do grupo, permitindo uma interação com os professores e os colegas de curso.

Assuntos abordados: Apresentação detalhadas das atividades, propostas e experiência realizadas nas escola de Santa Maria e do Valparaíso.

Responsáveis pelo blog (nomes dos integrantes do grupo).

  • Ricardo;
  • Claudio;
  • Denise; e
  • Cleomar.

A Educação Integral segundo site Centro de Referências em Educação Integral, define o conceito da seguinte maneira: “para educar uma criança, é preciso uma aldeia inteira.”

Eles definiram a ação de educar como um conjunto de fatores envolvendo várias pessoas com disponibilidade e local adequado. Compreende-se, então, que:
A educação é por definição integral na medida em que deve atender a todas as dimensões do desenvolvimento humano e se dá como processo ao longo de toda a vida. Assim, educação integral não é uma modalidade de educação, mas sua própria definição; 
Espaços, dinâmicas e sujeitos são objeto de aprendizagem e também seu fim, o sentido próprio para o qual converge a construção de qualquer conhecimento. Assim, mais do que um conjunto de espaços a cidade é compreendida como território educativo e o binômio escola-comunidade é sua síntese.
Construindo uma perspectiva através dos eixos: escola, família, comunidade e a própria cidade onde todos são colaboradores do processo de aprendizagem. Bem na linha do Projeto de Intervenção do Grupo 07 que através da horta do Colégio Militar de Valparaíso atribui atividades e interação dos três citados citados anteriormente.

No Livro do curso Educação Integral e Integrada, unidade 3, cita a terio psicogenética usa um modelo que a escrita está baseada no som da palavra e não no significado. Onde mesmo conhecendo todo o código alfabético existe uma distância enorme até a alfabetização por completa. Propondo uma intervenção didática que associa as letras com os sons. O aluno precisa de atividade diversificadas com o alfabeto, um bom exemplo seriam os programas e softwares educacionais disponíveis para o computador e na também na internet. Coma citado nesse blog, na postagem "Experiências", que caracteriza a Escola Porto Rico, cujo utiliza entre diversos softwares educacionais o GCompris¹

A autora Mercês cita acusações e ataques a psicogênese da escrita que teria fracassado no processo de alfabetizar. Sendo uma terio psicológica que explica a compreensão e funcionamento do sistema alfabético. E que sem a intervenção não é possível alfabetizar. Na Escola do Porto Rico existem diversos processos de intervenção, uim deles é o reagrupamento que uni alunos de diversas turmas que foram classificados com o mesmo nível, facilitando o desenvolvimento da proposta de aula e atividades correlacionadas. Podemos ver exemplos das atividades dessa turma de reagrupamento através do blog: http://portorico2014.blogspot.com.br

Em todas as escolas é preciso olhar o aluno de uma outra maneira, seguindo apena um padrão tradicional não é possível avaliar o verdadeiro aprendizado. Por isso Emília Ferreiro (2001) cita,
"a escola não sabe lidar com as diferenças, não sabe como trabalhar a partir das diferenças assumidas como dados inevitável, e não como castigo"

O aluno pré-silábico tem uma noção de sílaba, mas ainda não é capaz de escrever corretamente as sílabas, podendo substituir a sílaba por uma outra representação. Cabendo ao educador mostrar que escrever é representação fonética da palavra e não aquilo a qual se refere.

O aluno silábico identifica as sílabas por representações que podem até não ser compreendida por terceiros, mas é possível associar cada letra ou símbolo com uma sílaba falada. É preciso trabalhar a parte fonológica, discriminando os fonemas constituintes das sílabas.

O aluno alfabético escreve silabas foneticamente, mas a grafia continua silábico. Sofre alguns conflitos, por exemplo, não aceita escrever a palavra escola sem um consoante antes da vogal.

Na Alfabetização e letramento, a palavra ao ser lida, para Freire, induz a ganhar novos significados "num processo real de democratização da cultura e de libertação" (Freire, 2012, p.23)

Segundo Soares (2003), "as relações entre letramento e escolarização ainda se ocultam sob considerável imprecisão e complexidade" 

Podemos concluir que ser educador não é uma tarefa nada fácil, mas difícil é não querer apreender, então como um professor(a) temos que valorizar a nossa função para que todos os alunos tenham a oportunidade de um futuro melhor.

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1GCompris é uma suite de aplicações educacionais que compreende numerosas atividades para crianças de idade entre 2 e 10 anos. Algumas das atividades são de orientação lúdica, mas sempre com um caráter educacional com mais de 100 atividades e está em constante evolução.








Um comentário:

  1. Caros Colegas, observo e entendo que o processo de ensino e aprendizado deve levar em conta diversos fatoriais (individual; coletivo; comunidade; espaço físico; materiais, entre outros), que é fundamental para todo o processo de desenvolvimento. Mas é fundamental que o professor busque o destaque levando estas situações em consideração, bem como inovar e adequar com finalidade de uma educação de qualidade. E como citado pelos colegas, não é fácil, pois encaramos uma diversidade de problemáticas no percurso, por isso o professor tem que se aperfeiçoar e buscar alternativas, valorizando tanto a educação como a sua profissão.

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